top of page

Conectados demais? o vício em celular e Internet

  • Foto do escritor: Ellen Bello
    Ellen Bello
  • 25 de set.
  • 2 min de leitura

E, aí Pàhnorâmicos?! Você já parou para pensar que (provavelmente) a primeira coisa que faz quando acorda é olhar o celular, e antes de dormir também, o celular virou nosso despertador, agenda, fonte de notícias, meio de estudo, diversão e etc., mas quando a tela começa a dominar o nosso dia, é sinal de alerta.

O vício em celular não acontece de repente, começa de forma sutil: rolar o feed para descansar a mente, abrir o TikTok para ver um vídeo e acabar ficando horas, ou checar mensagens a cada dois minutos sem nem perceber, essa rotina constante pode trazer ansiedade, dificuldade de concentração e pode até atrapalhar o sono.

Médico e paciente
Imagem: Freepik

Existe um fenômeno chamado aceleração social do tempo, com tanta informação disponível e conteúdos novos a cada segundo, temos a impressão de que o tempo passa muito mais rápido, já estamos em setembro né?! A gente começa a ter uma percepção distorcida do tempo.

Alguns sinais de que o vício no celular pode estar passando do limite:

• Sentir ansiedade ou irritação quando está longe do aparelho;

• Usar o celular em momentos sociais, sem conseguir se desconectar para estar presente;

• Dormir pouco e/ou dormir mal porque ficou rolando a tela até tarde;

• Sentir que o tempo passa mais rápido quando está usando o celular.

O problema não é o celular em si, mas na forma como a gente usa, a tecnologia é incrível, mas precisa ser usada de um jeito saudável, o problema e que nunca fomos alertados sobre isso, as inovações foram divulgadas, comercializadas, mas ninguém recebeu orientação, até porque quem desenvolveu também não sabia disso. Estabelecer limites, deixar o celular fora do quarto ou longe de você na hora de dormir, criar momentos offline com a família e amigos e até usar aplicativos de bem-estar digital são estratégias que ajudam a recuperar o equilíbrio.

Uso excessivo de telas já afeta 6 em cada 10 brasileiros; especialistas alertam e jovens relatam perda de sono e aumento da ansiedade.


Segundo pesquisa do Datafolha (2024), 62% dos brasileiros reconhecem passar mais tempo no celular do que gostariam.


“Eu não consigo dormir antes das 2h da manhã, porque fico rolando a tela sem perceber”, conta Mariana, 19 anos, estudante.

O psicólogo André Trindade reforça:


“O vício digital é silencioso, mas tem impactos reais na saúde mental e na qualidade de vida”.

O celular não é ruim, mas não podemos deixar que a vida real seja substituída por uma tela, e esse é o desafio.


Comentários

Avaliado com 0 de 5 estrelas.
Ainda sem avaliações

Adicione uma avaliação
bottom of page